quinta-feira, 14 de maio de 2009

inspiração para um inverno très chic...



Tá certo que o vestido não é, digamos, invernal, mas com uma meia estilosa e um cardigã, quem sabe...

Então, minha cara senhorita vintage, para se inspirar ainda mais, não deixe de visitar o flickr de Mille Mott, do qual eu tirei essas imagens (via Oficina de Estilo, diga-se de passagem). Editoriais, publicidade, ilustrações de revistas dos anos 30, 40, 50 do século passado e mais...

Afinal, algumas pitadinhas de beleza e elegância não fazem mal para ninguém e temperam a vida.

Dona Joaninha vai ao parque...



um mimo que fiz para Nina sair por aí, toda, toda...

sábado, 25 de abril de 2009

o outono chegou...

(parque da luz, são paulo, outono de 2009, foto de ricardo)


...e estou voltando para esse blog.

O pequeno sabiá é testemunha.

estou voltando.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

por aqui...





O que ando fazendo
Embora não esteja postando por aqui com tanta frequência, ando (sim) fazendo uma ou outra coisa. É que as demandas são tantas (gestação, filha, trabalho, casamento, livros, blogs) que nem sempre dou conta de tudo.

Ando também um tanto desorganizada (a foto fala por si) no que diz respeito aos trabalhos manuais. Só há bem pouco tempo é que consegui arrumar um armário só para meus materiais.

Assim, o que tem me movido mais são mesmo os trabalhos em papel, por sua praticidade e, como não, efemeridade: as paper dolls (logo posto fotos de mais), uns quadros e uma ou outra coisa. 

o que ando vendo
Uma dica bacana, para as apaixonadas por tecido, é o site Spoonflower. Você cria sua própria estampa, posta no site e, se quiser, pode solicitar que ela seja passada para tecido (algodão de alta qualidade, segundo quem experimentou).

E por falar em papel, ando apaixonada pelo trabalho dessa ilustradora. Suas personagens são encantadoras e seu blog, Greenbeanbaby Art, é uma delícia.

E para as fãs de bordado  (entre outras coisas), esse blog, o Historically Inacurate,  é apaixonante (espia só, Bel!)

E para terminar, um poema de Adélia Prado e uma fotografia de Ricardo (que me recordam que, quase sempre eu quero ser singela também, coisa nem sempre possível):


No Meio da Noite

Acordei meu bem pra lhe contar meu sonho:
sem apoio de mesa ou jarro eram as buganvílias brancas destacadas de um escuro.
Não fosforesciam, nem cheiravam, nem eram alvas.
Eram brancas no ramo, brancas de leite grosso.
No quarto escuro, a única visível coisa, o próprio ato de ver.
Como se sente o gosto da comida eu senti o que falavam:
"A ressurreição já está sendo urdida, os tubérculos da alegria estão inchando úmidos, vão brotar sinos”.
Doía como um prazer
Vendo que eu não mentia ele falou:as mulheres são complicadas.
Homem é tão singelo.Eu sou singelo. Fica singela também.
Respondi que queria ser singela e na mesma hora,singela, singela, comecei a repetir singela
A palavra destacou-se novíssima como as buganvílias do sonho.
Me atropelou.
— O que que foi? — ele disse.
— As buganvílias...
Como nenhum de nós podia ir mais além,
solucei alto e fui chorando, chorando,até ficar singela e dormir de novo.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A arte é longa. A vida, breve. II






Paper doll, as singelas bonecas de papel. Quem nunca brincou com elas? Eu amava. Comprávamos na banca, meu pai e eu, sempre nos dias em que ele me levava ao dentista (era um consolo). Esta aí, fizemos (eu e Ninoca) esse fim de tarde. Tem dois vestidos, uma malinha, duas bolsas, duas calcinhas. Nina se encarregou do rosto e da assessoria geral na confecção da boneca. Ela fez uma também (a da primeira fotografia). Foi a primeira coisa que mostrou ao pai quando ele chegou: Veja, papai, a minha paper doll!!!!

Segundo ela, a primeira é a madrasta malvada e a segunda é uma Branca de Neve moderna que (palavras dela) não usa calcinha (embora as tenha, digo eu ).

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

senhoras gordinhas


Da esquerda para a direita, Matrioska feita pela Bel, Senhora das Águas feitas por mim (cabaça), Mulher de cabaça de Goyás Velho. À frente, bonequinhas da sorte feitas por Pedro Gilberto.

Todas redondas, gordinhas, como as mulheres de Botero ou as Vênus pré-históricas.

Fotografia de Ricardo.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Mimos de Natal




A Chrys, mãe da Ísis, e autora de dois blogs que acompanho bem de perto (Coisas de Ísis e Criar é Reinventar-se), me mandou alguns mimos de Natal. Um pouco atrasados, disse ela. Mas para nós o Natal ainda está quentinho (tanto que a árvore só desmontaremos amanhã)!!!!

Coisas mais lindas e caprichosas!!!

Eu amei, Nina amou.

Aliás, ela amou tanto que se "apoderou" de tudo, muito ciumenta. Até a linda cartinha que veio junto, ela queria para ela!

O pinguim recebeu o nome de Arquiduque. Fiquei imaginando de onde uma menina tão pequena poderia tirar um nome tão grande e difícil. Dois dias depois, caiu minha ficha: o nome deve ser Grão-Duque (por causa da história da Cinderela) e eu entendi Arquiduque. Mas depois de passado esse tempo, ficou mesmo "Arquiduque, o pinguim". Eu e o pai dela achamos que o nome caiu como uma luva... ou um fraque.

O morango foi alvo de disputas entre Nina, Frida e eu. Frida perdeu de primeira. Nina fez dele troféu, mas hoje, consegui recuperá-lo...

O bonequinho de neve guardei imediatamente, assim que chegou.

Quanto aos bombons... Preciso mesmo falar?!

Pena que a euforia de Nina não deixou que as fotos ficassem melhores.